Ocorreu um erro neste gadget

quarta-feira, 21 de maio de 2014

A ultima transa


Durante toda a noite maquinava o meu plano.
Seria pela manhã ao acordar
O som estava baixinho como dede costume e a musica era a mais propícia para o meu intento; era a marcha fúnebre de chopin e a radio 
era a universitária,eu sempre a obrigava a apenas ouvir essa radio,
pois alem de viver num muquifo miserável,eu não estava a fim de
ouvir a miséria das musicas que ela realmente gostava, ser fudido na
vida eu já havia me conformado, mas na cabeça não, isso eu não aceitava.
Naquele dia ela estava simplesmente gostosíssima. Acho que que era por ser nossa despedida, ela chegou e me perguntou com aqueles lábios gostosos;
_ Mozinho, você quer o café ?
Eu a ataquei numa profusão de carícias, línguas com línguas, línguas na pele, dedos no cuzinho.
O tesão era incontido, seu perfume naquela naquela manhã estava delicioso e ela completamente deliciosa. dos pés a cabeça deliciosa, eu a cheirava toda, mordia suas costas, eramos dois animais regados ao suor. Comecei a enraba -la e a puxar o seu cabelo, ela gozava . agora eu entendia porque estava rendendo tanto ( como já não rendia a anos) descobri minha grande obsessão; possuir o que não veria mais, isso
fazia o objeto de desejo ter um grande valor.
eu a enrabava, esmurrava, puxava seu cabelo. Estocava com força e gritava:
_ Puta engole o meu pau na boca!
E eu gozava em seus seios e gritava:
_Puta, vadia, desgraçada goza cachorra!
E ela aos poucos se entregava ao torpor da morte pois eu a havia enforcado e batido sua cabeça contra a parede. depois de gozar um
jorro, um grande esporro, sentei do lado do corpo, acendi um cigarro
e apreciei a minha obra e senti um grande alivio. Eu a enterrei na cozinha
sentindo que o dever estava cumprido,o dever de me satisfazer.

Fui ao cinema e lá uma linda morena , estava me dando bola.saber que eu poderia ali trepar com ela e não a ver nunca mais me excitava bastante.

um conto de Rogério vícios F...

Todos textos registrados na biblioteca nacional

Revisão Thor o Deus do Trovão